sexta-feira, 25 de março de 2011

A russa é pop!

Chega ao mercado nacional mais uma garrafa cheinha do destilado de origem russa. É que a Petrópolis (das populares Crystal e Itaipava) lançou nesta semana a vodca Blue Spirit Unique, um produto premium, pra concorrer com as consagradas Absolut, da Pernod Ricard (que hoje é dona de 70% do bolo das russas premium no Brasil) e Smirnoff Black, da Diageo.

A "aguinha" (água no diminutivo, tradução literal para a palavra vodca em várias línguas eslavas) da Petrópolis vai ter produção nacional e vai circular, inicialmente, pelos mercados de São Paulo e Rio de Janeiro, num valor entre R$55,00 e R$75,00 a garrafa de um litro.

Além da vodka pura, a Blue Spirit será laçada também na versão Ice, formato já consolidado no Brasil, cujo consumidor maior é o público feminino. Claro. A latinha, com 269 ml, deve custar R$3,00 e nesse mercado concorre com Smirnoff Ice, da Diageo.

Segundo o Grupo Petrópolis, são consumidos hoje 60 milhões de litros de vodca por ano no Brasil, o que representa 10% do volume de bebidas alcoólicas vendidas no Brasil. 




Blue Spirit: garrafa lembra Ciroc e logo da Ice lembra Smirnoff, não?



quinta-feira, 24 de março de 2011

Roupa nova para O Boticário



O Boticário resolveu trocar de roupa. Abandonou a cor verde e as letras serifadas, encarnou o papel de marca moderninha, e assumiu diversas cores para a nova logomarca lançada em comemoração ao 34º aniversário.


A rede balzaca é especializada em produtos de beleza (aqui, leia-se toda aquela lista que coloca o Brasil no terceiro maior mercado do mundo, movimentando cerca de R$1,7 bilhão: sabonetes, hidratantes, maquiagens, perfumes, óleos, cremes...) do universo feminino, mas oferece algumas poucas linhas de perfumes e loções masculinas também. Aqui, o forte é a mulherada!

A nova cara da marca será lançada com um vídeo criado pela AlmapBBDO, que, segundo os burbirinhos, deve passar no próximo domingo, 27.3, no intervalo do Fantástico, e custou R$40 milhões (incluindo a campanha do Dia das Mães).

Parece que a primeira loja a receber a roupa nova é a do Shopping Morumbi, e os primeiros produtos já com o novo logotipo devem chegar às mais de três mil lojas do Boticário a partir da segunda semana de abril.

O foco dos investimentos é, claro, o público feminino. Por isso até a nova cara da marca é mais "curvelínea", se você reparar bem. A assinatura da marca passa a ser "A vida é bonita. Mas pode ser linda", e a cara retrô ficou bem pra trás... 

Fôlego
E aproveitando as comemorações, a rede lança um braço no mercado para dar mais fôlego na hora de assoprar as velinhas: Eudora, uma marca de cosméticos e maquiagem que serão vendidos de porta em porta, com preços até 15% mais baratos do que os próprios produtos do Boticário. A marca, cujos cosméticos serão produzidos na fábrica do Boticário mesmo, no Paraná, vem para concorrer com a Avon e a Natura (sim, aquela mesma que está presente na lista das empresas mais valiosas do mundo. Haja fôlego!). 

quarta-feira, 23 de março de 2011

A marca mais valiosa do mundo e o tombo da Marlboro

Para a surpresa de ninguém, a Google é a marca mais valiosa do mundo, avliada em US$44,3 bilhões. Isso é o que indica a lista das 500 maiores marcas do mundo, elaborada pela consultoria Brand Finance e divulgada nesta semana. A Miscrosoft ficou em segundo lugar, atingindo um valor de US$42,8 bilhões.

Ainda de acordo com a lista, a Coca Cola,  ficou pela primeira vez fora das 10 marcas mais avaliadas do mercado, caindo do 3° lugar no ano passado para a 16ª posição neste ano, sendo avaliada em US$25,8 bilhões. 

Porém, não foram só as borbulhas da Coca Cola que sofreram com a queda. A filandesa Nokia foi a marca que mais despencou na lista dos mais bem posicionados, passando do 21º lugar no ano passado, para a 94º posição neste ano, avaliada em US$9,6 bilhões. Mas quem ficou feia na foto foi a Marlboro, despencando da 149ª posição, para nada mais que 499º lugar (!), a penúltima da lista.

Aqui nos tupiniquins, a marca que ficou na melhor posição foi o Bradesco, subindo da 43° posição para o 28º lugar, valendo US$18,7 bilhões. As outras nacionais que entraram no ranking foram Itau, 41º, Banco do Brasil, 95º, a Petrobras, 106º, a Oi, 190º (essa é a primeira vez que a Oi entra para essa lista), a Vivo,238º, a Vale, 275º, o Pão de Açúcar, 401°, a Eletrobras, 438° e a Natura, em 495º lugar.


Olhando a lista, dá pra ver que, das 10 marcas mais valiosas do mundo, nove são norte-americanas, e que as empresas filhas do Tio Sam têm um forte peso ao longo da lista toda, claro. Mas tem novidades: O Brasil é o terceiro país da América com as empresas mais valiosas (o Canadá fica em 2º lugar, por pouco: Emplacou 12 empresas no ranking), e o primeiro, isolado, da America Latina (a lista segue com o Mexico, com a Claro em 305º lugar, e o Chile, com as Empresas Copec, na 400ª posição).


A lista completa tá aqui.

Marlboro despencou no ranking, ficando em penúltimo lugar
 

quinta-feira, 17 de março de 2011

Hugo Boss agora com decote

A tradicional marca de roupas masculinas Hugo Boss vai lançar no Brasil uma linha de roupas femininas.O lançamento deve ser junto com a inauguração da nova loja, no segundo semestre deste ano, no Shopping Iguatemi de SP, e é fruto de um investimento de R$7 milhões*


Essa será a primeira loja que vende todos os produtos da marca alemã na América do Sul. Pra quem não sabe, Hugo Boss foi um alfaiate alemão que vendia roupas para os trabalhadores. Durante a Segunda Guerra, ele confeccionava uniformes para a SS Alemã, pois era membro do partido nazista. A marca chegou ao Brasil em 1988, 40 anos após a morte de Boss.


Voltando para as mulheres, a ideia de vender produtos femininos junto aos masculinos, parte de uma observação que cabe em diferentes classes sociais. Quer ver?
 

"A mulher da Classe C, para otimizar a visita à loja, acaba comprando roupas para o marido e os filhos. Por isso hoje, das 280 Lojas Marisa espalhadas pelo país, 205 são completas, com roupas femininas, masculinas e infantis" diz Andrea Beatrix, gerente geral de marketing das Lojas Marisa, numa entrevista que eu fiz com ela recentemente sobre consumo feminino.


Simples, né? No caso de Hugo Boss, de acordo com o Presidente da empresa para as Américas, Mark Brashear, "as mulheres compram duas vezes mais que os homens, então, consideramos a nova loja uma boa oportunidade para trazer essa linha para o país"*


 
Da Classe A à Classe C, as mulheres consomem mais e são vistas como oportunidade de investimento e expansão das marcas. Seja da brasileiríssima Marisa, ou do alemão Hugo Boss.





*Informações da coluna Mercado Aberto, da Folha de São Paulo de hoje.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Havaianas milionárias

Hoje, na coluna da Sonia Racy: 
Sandálias Havaianas, cor bege, com tira dourada, em vitrine de rua chique em Amsterdã custam... 75 euros. Palmas para a Alpargatas, que deve estar faturando alto.
E ai? Quanto valem suas Havaianas?


Havaianas de ouro na gringolândia

Os frilas da Hebe

Ontem, aos 82 anos de idade, a apresentadora Hebe Camargo estreou na televisão. Migrada do SBT para a Rede TV, a loira octagenária assinou um contrato milionário com a nova emissora e passa a apresentar o seu programa de "entrevistas por um selinho" às terças-feiras, às 22h.


Mas, como nem só de um trabalho vive o assalariado brasileiro, dona Hebe também entrou na categoria de freelancer e encheu de merchan o auditório dela.

Ao longo dos 90 minutos de programa, Hebe falou em nove marcas diferentes, desde Leite Moça (não à toa, já que o preseidente da Nestlé estava na plateia), passando pelo Banco Cruzeiro do Sul, marca de cosméticos Niely, colchão, sabonete íntimo e outras ofertas (é, eu esqueci os nomes dos últimos). Sem contar na Brahma, por onde a loira passou no carnaval para dar o ar da graça no camarote e arrancar beijinhos de gringos e amigos brasileiros.
 

Na onda "cada um se vira como pode", Dona Hebe deve ter faturado uns bons milhões nessa última terça-feira cinzenta.

Hebe Camargo: de Leite Moça a sabonte íntimo, e uns trocados a mais no bolso





sexta-feira, 11 de março de 2011

Cachaça pra elas

E já que as mulheres estão comprando mais, trabalhando mais, estudando mais e bebendo mais (sim, o número de mulheres alcoólatras aumentou 78% nos últimos três anos, no Estado de São Pauo, segundo dados da rede pública de saúde),o varejo está de olho nesse "boom feminino" e não deixando escapar nenhuma oportunidade.
Por isso, agora até bebidas alcoólicas focadas no público feminino começam a pipocar por aí.

Em 2007 a Ambev  lançou a cerveja Porto, focada nas mulheres. Honestamente eu nunca vi essa cerveja por aí. E eu não tenho muita dificuldade em procurar cerveja! (vou estudar esse caso e prometo post logo logo sobre a tal cerveja)


Pois agora vão lançar uma cachaça com teor alcoólico menor do que as tradicionais (que pode variar de 38º a 54º), misturada com mel, com um gosto mais doce, para tentar agradar o paladar feminino. A cachaça Bee (é, de abelha mesmo), deve ser o resultado de uma parceria entre Nelsinho Piquet (oi?) e os empresários Eduardo Jorge e Hendrik Wolff, que acrescentará o mel a um produto já existente cuja marca e nome eu ainda não descobri, finalizando numa bebida com teor alcoólico de 21º e gosto doce.


O produto deve chegar às redes de supermercados, lojas e baladas em abril. 


Bee: nada além da velha cachaça com mel das baladas

quinta-feira, 10 de março de 2011

O salto alto do consumo brasileiro



Uma pesquisa do Instituto Sophia Mind revelou que mais da metade do consumo no Brasil é dominado pelas mulheres. Isso significa que as cerca de 98 milhões de mulheres brasileiras são responsáveis por 66% do consumo no país, ou mais ou menos R$1,3 trilhão por ano, diretamente ou na influência de compra de bens e serviços.

Analisando o contexto social e econômico que o Brasil vem passando, dois fatores são importantes para que esse número fosse atingido: A entrada, cada vez mais veloz, da mulher no mercado de trabalho - segundo Bruno Maletta (co-autor do livro Poderosas Consumidoras, originado da pesquisa) - e a ascenção da Classe C, segundo André Torretta, consultor e especialista na Classe C.
 

"Hoje, 41% da renda da Classe C vem da mulher, e é ela quem compra tudo, pois ela é o alicerce da família brasileira", explica Torretta. E Maletta completa: "Essa situação ainda é transitória, pois a entrada da mulher no mercado de trabalho ainda não terminou. Elas ainda ganham menos do que os homens (de acordo com a pesquisa, isso acontece em 71% dos casais), mas quando o salário da mulher se igualar ao do homem, esse percentual certamente vai subir".


E isso vai ser breve. De acordo com dados do Dieese, no Nordeste por exemplo, a renda da mulher já sobe mais do que a do homem: Em Recife Fortaleza e Salvador, enquanto o rendimento feminino subiu de 1,8% para 12,7%, o masculino variou de -0,2% para 9,7%

Tratando-se das cerca de 10 milhões de mulheres que estão inseridas no mercado de trabalho, segundo o IBGE, elas devem, rapidamente, chegar a um percentual bem maior do que os 66% de hoje, que deixa o Brasil na 10ª posição do consumo feminino. Ranking liderado pelos Estados Unidos, com 73% do consumo dominado pelas mulheres.

"Mas esses números são muito mais em função da própria economia do que de qualquer outra coisa. Aqui, a mulher exerce um papel social muito maior, e não fosse por um fator econômico, o Brasil certamente já teria alcançado esses 73%. Estamos rumando para essa posição com muita rapidez, inclusive", prevê Maletta.

terça-feira, 8 de março de 2011

Direto do carnaval

Ok, sei que estou interrompendo a programação oficial do Cigarra, que deve tratar de temas ligados às mulheres durante este mês.
Mas saiba, é por um motivo muito nobre. Talvez o mais nobre do ano: O carnaval.


Trago então notícias serpentinadas, direto do Rio de Janeiro.
Pelo que apurei (rapidamente, devo admitir. Não parece, mas é carnaval pra mim também), a empresa Dream Factory ganhou a licitação para organizar, pelo segundo ano consecutivo, o carnaval na cidade. Quem ficou com o patrocínio foi a Antártica (Ambev), e o Banco Itaú.


Resolveram criar uma campanha para (tentar) conscientizar os foliões sobre os lugares adequados para se fazer xixi. Tolerância zero com os mijões, no português claro (até hoje de manhã, cerca de 500 pessoas haviam sido presas em decorrência de uma bixiga cheia). O único problema é que distribuíram pela cidade nada mais do que quatro mil banheiros químicos. Isso tudo para nada menos do que TRÊS MILHÕES de foliões, de acordo com a expectativa do Guia de Carnaval de Rua Rio 2011.

Numa conta rápida - e eu sei que não sou boa nisso, mas vamos lá: Dividindo três milhões por quatro dias de festa, são 750 mil pessoas. Sendo assim, a proporção é de quase 188 pessoas por banheiro em um dia. Ou seja, até hoje a noite (último dia de festa), já devem ter pasado 752 pessoas por um único banheiro!
Eu fui a campo. Literalmente. E posso afirmar, que, se esse número não está exato, está muito próximo da realidade.

Além desses números absurdos, outra bizarrice desse patrocínio foi o fato de eu só ter encontrado Antártica em TODOS os lugares por onde passei, inclusive por muitos bares e não apenas nos ambulantes. As latinhas azuis simplesmente dominaram a cena e não foi possível encontrar uma única lata de Skol, Devassa ou Itaipava pela cidade. Um termendo monopólio que - não sei se eu sou menoria - mas no meu caso, me fez mais ter raiva da Antártica, do que tomar gosto por essa marca de cerveja.





Antártica: Monopólio e o filme queimado

Maioria das informações daqui.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Franquia cor-de-rosa

Um estudo feito pela conslutoria Rizzo Franchise apontou que das mais de 160 mil franquias do Brasil, 61 mil são amdministradas por mulheres. E elas têm entre 36 e 45 anos.
E mais: Essas franquias faturam até 32% mais do que as administradas pelos homens.
 

Quer saber por que? De acordo com a pesquisa, nesse caso, as mulheres têm melhor capacidade de organização, adaptação e bom relacionamento com os funcionários.
Lojas de moda feminina e calçados, sorveterias, yogurteiras, centros estéticos e spas estão entre os favoritos da mulherada. Meio óbvio, né? Mas que elas faturam mais nesse tipo de administração, eu não sabia.


Yogoberry: 70% das franquias estão sob comando das mulheres.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Danoninho para as balzáqueas


A partir deste mês, as prateleiras dos supermercados passam a contar com mais uma embalagem de iogurte para abarrotar a seção dos laticínios. 
Densia é a nova aposta da Danone para conquistar o crescente e potencial público feminino. Cada 100g do potinho promete nutrir a mulher a partir dos 30 anos (esse é o público-alvo) com 50% da recomendação diária de cálcio para uma pessoa adulta.


O produto já existe em outros países como Rússia, Espanha, França, Portugal e Estados Unidos, e chega ao Brasil com a tarefa de aumentar em 50% o consumo per capita de iogurtes - mesmo objetivo traçado (e alcançado!) pelo Activia, também da Danone, que hoje detém 56% de share entre os funcionais comercializados.


Densia será lançado nos sabores morango e aveia, nas versões cremosa, em bandeja com quatro potinhos de 100g cada, e líquida, em versão unitária de 180g cada. O preço sugerido é R$3,64 a bandeja, e R$1,29 a garrafinha.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Sobre as novidades enotécnicas

Já havia falado aqui sobre uma marca de vinho portuguesa que ia começar a se reposicionar no mercado brasileiro, né? Inclusive, investindo pesado no público jovem.
Eis que abro a Época São Paulo deste e mês e me deparo com esse anúncio:


O que acharam?

Clube das mulheres





Vinte e oito por cento das mulheres brasileiras estão insatisfeitas com os serviços finaceiros. 
Não à toa, hoje 75% delas investem algum dinheiro na poupança* - uma das menores taxas de rendimento do mercado.
Surfando na onda dos clubes de compras, e de olho nessa realidade, começam a surgir os clubes de investimento focados nas mulheres.
Funciona assim: uma corretora administra os interesses gerais do grupo, orientando nas compras das ações e no tipo de investimento. O dinheiro pode ser aplicado em diversos investimentos, mas como regra, pelo menos 51% do montante deve ser destinado a ações.
O bacana é que as orientações e dicas são mais personalizadas, como para certa faixa etária, condição social e até direcionadas a determinado objetivo. E serviços personalizados normalmente tendem a ganhar o público feminino.
Achou a ideia legal? Entra lá: www.mulherinvest.com.br e BMF&Bovespa.


*Dados Sophia Mind

terça-feira, 1 de março de 2011

Das mulheres

E já que neste mês comemora-se o Dia Internacional da Mulher, começo hoje uma série especial de posts sobre consumo e marcas relacionados às mulheres.
Muita coisa que vai aparecer aqui eu vou tirar do Instituto Sophia Mind, empresa de inteligência de mercado do grupo Bolsa de Mulher, que reúne informações, pesquisas e serviços direcionados às mulheres.


Aí que no ano passado esse Instituto fez uma pesquisa e descobriu as marcas mais lembradas pelas moçoilas brasileiras.
Dá uma olhada no ranking:
- A Natura foi a marca mais lembranda em três categorias: beleza, cuidados pessoais e preocupação ambiental (nesse último quesito, a Natura pulou de 12% para 25% das lembranças, seguida de Ypê, com 7%. Lavada...)
- Entre as marcas de consumo mais citadas pelas mulheres, a Nestlé está no topo, no quesito alimentação, sendo que no Nordeste, ela se destaca ainda mais, enquanto no Sudeste a Sadia é a líder.
- A CVC foi a marca mais lembrada na categoria turismo, enquanto a Sony lidera em eletrônicos, e Unimed em planos de saúde.

A pesquisa foi feita com cerca de dez mil mulheres, via Internet.
No próximo post tem mais...