quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Whisky pra galera



O whisky Ballantine's Finest (8 anos) está investindo no público jovem da balada: É que acaba de chegar ao Brasil, com lançamento primeiro em Salvador (não à toa, o Nordeste é a maior praça consumidora de whisky do País, com Recife na liderança), as garrafas "azuis-que-acendem-e-eu-preciso-de-uma-dessa-na-minha-mesa" Ballantine's Finest Equalizer.
A ideia é chamar a atenção desse público mais jovem, que ainda não consome a bebida escocesa, mas que está sempre de olho nas novidades. Por isso uma garrafa que chame tanto a atenção na pista.

Lembrando que Ballantine's, criado em 1827,  foi eleito por duas vezes consecutivas - em 2009 e em 2010 - como o melhor Scotch Standard do mundo, pela Bíblia do Whisky.
A marca possui seis tipos do malte: Ballantine's Finest (agora também na nova embalagem Equalizer!), Ballantine's Pure Malt, Ballantine's 12 Year Old,
Ballantine's 17 Year Old, Ballantine's 21 Year Old e Ballantine's 30 Year Old.
A Pernod Ricard, detentora da marca, encomendou do escritório londrino The Core o design da embalagem. Com preço sugerido de R$280,00 a garrafa já vem com 750 ml da bebida (preço na balada).

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Tim Tim



E falando em bebida...
O Instituto Brasileiro do Vinho divulgou no final da semana passada que em 2010 as vendas de espumantes nacionais subiram 12%.
Esse número reflete, além das mudanças no hábito de consumo dos brasileiros, o forte investimento das empresas de espumantes nacionais, que hoje é composta em 90% por vinículas gaúchas.
Por outro lado, os vinhos finos nacionais tiveram um crescimento nas vendas de apenas 0,8%. Mais um dado que não é por acaso: O dólar baixou e as importações aumentaram. Um número maior de vinhos importados entrou no mercado tupiniquim e com um preço acessível.


Sem pretensões - e é só um palpite mesmo - mas algo me diz que alguma gigante vai abocanhar essas borbulhas gaúchas.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

O duelo do lúpulo

Não é de hoje que Ambev e Petrópolis (a cervejaria da Itaipava e ex-Cintra) não se bicam.
Mas dessa vez a Itaipava apelou: Fez uma edição espcial da latinha para a Stock Car... vermelha. Idêntica à nova (nem tão nova assim) embalagem da Brahma, lançada em 2010.
O fato é que, a pedido da Ambev, a Terceira Vara Empresarial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro determinou que as latinhas de Petrópolis deveriam sair de circulação, por considerar "prática de concorrência desleal por ter se aproveitado do marketing e publicidade investidos pela Ambev na época de lançamento da nova embalagem da Brahma".


Aqui em São Paulo a latinha vermelha nem chegou a dar as caras - eu, pelo menos, não vi ao-vivo - mas se chegasse, a multa de R$30 mil por descumprir a ordem da Justiça seria capaz de comprar cerca de 20 mil latinhas de Itaipava. Dá pra garantir o carnaval, não?