terça-feira, 25 de outubro de 2011

Casa nova!

Estou de casa nova, tentando centralizar tudo num blog só.
Para conhecer, clique aqui, ou digite www.euleioabula.wordpress.com

Espero vocês lá!


quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Em reforma

Sim, eu perdi todas as minhas imagens aqui do blog. Não sei o que aconteceu, mas deve ter sido grave.
Estou migrando para o Wordpress. Assim que o novo endereço estiver tinindo, eu coloco aqui para redirecioná-los.


Agradeço a paciência.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Caninha com terroir



Com o frio de 14° que fez ontem a noite em São Paulo, eu não poderia fazer nada melhor do que tomar uma cachaça. Por isso, preferi não entrar em conflito comigo mesma e fui desbravar o centro da capital, mais precisamente o tradicional Paribar, para o lançamento dos novos rótulos da cachaça Santo Grau.

A marca já existe desde 1992, com os rótulos de Paraty e da mineira de Coronel Xavier Chaves. Mas agora decidiram repaginar as duas branquinhas e aproveitar a deixa para lançar um terceiro rótulo, com produção em Itirapuã (214 Km da capital), contemplando os paulistas.

Com as três representantes, Santo Grau estreia uma nova fase para as cachaças, investindo no terroir da marvada. Sim, terroir, aquela palavra fancesa que você só ouve quando falam de vinhos, tratando-se da característica que a bebida traz de acordo com o lugar onde a matéria-prima é cultivada. Entendeu agora o por quê de um rótulo de cada lugar?

Na prática, a de Paraty é a que tem o cheiro mais acentuado de cachaça, mas na boca o sabor não é tão forte. A mineira - normalmente a minha favorita - tem cheiro e sabor bem mais suave, e a paulista - para a minha surpresa, a minha preferida! - traz um cheiro de madeira e sabor na medida.
 
Todas as caninhas da Santo Grau são cachaças premium, feitas a partir do "coração", que é a parte mais nobre da destilação da cana, obtida depois da evaporação da "cabeça", parte rica em alcoóis mais voláteis, e antes do aparecimento da "cauda", final do processo, que tem um teor alcoólico muito baixo.

O preço sugerido das garrafas é R$35,00 e elas já começaram a ser distribuídas por aí. Mas se quiser achar sem sair do lugar, liga lá no SAC 0800 558018 ou (11) 3875 1223 e aproveita a água na boca pra visitar o site (ainda em construção).

A cigarra cantou e saiu bem bêbada da Praça Dom José Gaspar. Porém, aquecida!

quarta-feira, 11 de maio de 2011

A evolução da C&A






E já que eu comecei o assunto da evolução das marcas aqui, com a Coca Cola, e falei da C&A aqui, em outro post, olha como eram os logos da queridinha da Gisele Bunchen.

Falando em marcas...

Só no ano passado 129.600 pedidos de de registros de novas marcas foram feitos ao Inpi, Instituto Nacional da Propriedade Industrial.
É o maior número de registros da história da entidade, que foi criada em 1970.

No primeiro trimestre deste ano 32.600 solicitações já foram feitas, e nos últimos dois anos o número de registro de marcas cresceu 43,8%.

A economia cresce, o investimento cresce, as marcas e as empresas aparecem. E a Cigarra tem cantado como nunca no ritmo do pandeiro e tamborim...
 Foto daqui

Caiu na rede

A Nike está para a C&A, assim como a C&A está para a Adidas.
Se pra você a frase não tem a menor ligação - Nike e Adidas, ok. Mas que diabos a C&A tem com isso? - preste atenção nesse estudo feito pelo Grupo Troiano, em parceria com o Ibope Inteligência e a e-bit.


O levantamento classificou as marcas que mais se destacam na web, em sete segmentos: Automóveis, bancos, bebidas alcoólicas, eletrodomésticos, telefonia e vestuário/moda, incluindo sete marcas em cada categoria.

Começa a fazer mais sentido pra você? Pois de acordo com os 1.450 brasileiros entervistados, a Fiat está em primeiro lugar na categoria Automóveis, o Itaú lidera em Bancos, a Skol em Bebidas Alcoólicas, a Electrolux em Eletrodomésticos, a Sony em Eletroeletrônicos, a Tim em Telefonia, e a Nike em Vestuário/Moda. 

O pódio de cada categoria ficou assim:

Auotmóveis - Fiat, Volkswagen, Chevrolet
Bancos - Itaú, Banco do Brasil, Bradesco
Bebidas Alcoólicas - Skol, Johnnie Walker, Smirnoff
Eletrodomésticos - Electrolux, Brastemp, Arno
Eletroeletrônicos - Sony, Samsung, HP
Telefonia - Tim, Vivo, Oi
Vestuário - Nike, C&A, Adidas


Campeãs: As mais mais da web

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Feel Brazil

Uma pesquisa de mercado encomendada pela cervejaria alemã Veltins mostrou que o "estilo de vida" dos brasileiros faz sucesso entre os alemães entre 20 e 30 anos. Aqui, leia-se "estilo de vida" como "as vivências marcadas pelo sol, carnaval, praia". Claro, tudo o que faz parte do nosso dia-a-dia mesmo.

Com essa informação, a cervejaria fundada em 1824 e que nunca havia investido em nenhuma outra bebida que não a oriunda do lúpulo, fez uma limonada: Lançou lá na Alemanha uma bebida "sabor caipirinha" chamada Bayão. Oh yeah, os gringos têm imaginação.


E dá-lhe imaginação. Cerca de R$1,1 milhão já foi investido na bebida feita a partir da mistura de vinho de frutas e refrigerante que imita o sabor da caipirinha, resultando numa garrafinha de 275 ml, com teor alcoólico de 5% e custando cerca de R$11,50 a embalagem com quatro garrafas. E outros R$13,8 milhões devem ser injetados até o fim do ano para promover a Bayão na terra do chucrute.


E se alguém adivinhar quem foi eleito garoto-propaganda da tal "caipirinha", ganha uma limonada, já que Bayão mesmo, só lá na gringolândia...

segunda-feira, 18 de abril de 2011

A Arezzo de salto quebrado


Nem a certinha a Glória Pires na campanha da nova coleção da Arezzo vai conseguir tirar a má impressão que a grife de sapatos e acessórios femininos gerou entre os consumidores na última semana, principalmente nas redes sociais.
 

Desde ontem, a marca fazia parte dos topic trends do Twitter. E não é porque estão falando bem da nova coleção. Muito pelo contrário: A ideia de lançar bolsas e sapatos feitos de pele de raposa, coelho e ovelha, para a coleção Pelemania pegou bem mal entre os consumidores.

Hoje, de acordo com vários sites inclusive o iG (de onde eu tirei essa informação), a Arezzo dos irmãos Anderson e Jefferson Birman anunciou que vai recolher todas as peças da nova coleção. 

As mais de 300 lojas Arezzo espalhadas pelo Brasil ainda têm mais 30 irmãs pelo exterior. A marca começou produzindo calçados masculinos em 1972 com o apoio do pai dos irmãos Birman, Henrique Lemos Birman, e hoje é focada apenas no público feminino e vice-presidida pelo neto Alexandre Birman.

A foto é daqui.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Ela vem chegando...



Eu já tinha lido essa notícia no ano passado em vários lugares por aí. Mas quando ia pesquisar, descobria que nada estava confirmado ainda.

Mas mesmo sendo um "parece que é oficial", vale contar a boa: A rede de cosméticos Sephora, do grupo Louis Vuitton Moët Hennessy, LVMH, (sim, o mesmo dono da fina francesa Louis Vuitton, tão querida entre as imitações da 25 de Março) está chegando ao Brasil.

Parece que a loja de cosméticos desembarca no segundo semestre deste ano, e o destino favorito, claro, são os shoppings de luxo, como o Iguatemi e o Cidade Jardim, ambos em São Paulo.

O grande problema que a Sephora vai encontrar aqui, é o mesmo que eu e você, caro mortal, encontramos todos os dias: os impostos. A rede praticamente não teria concorrentes - trata-se de uma loja grande, com cosméticos e maquiagens das mais diversas marcas, desde Dior, até as marcas próprias da Sephora, coisas que aqui no Brasil não são encontradas assim, "de baciada".

Porém, os altíssimos impostos para a importação de cosméticos e perfumes no Brasil, que variam de 18% a 35% (!!!) são capazes de fazer com que um batom Dior, por exemplo, custe R$100 aqui e, no mesmo dia, US$25 na Sephora da Time Square. Sacou?

No mundo todo, o francesinha está em 23 países, com 986 pontos no total. Os Estados Unidos concentram o maior mercado da Sephora, seguido por Japão e China, sendo que essa última recebeu sua primeira rede-eu-quero-tudo-pra-mim há apenas cinco anos e as 40 lojas que hoje existem lá hoje, devem pular para 100 ainda neste ano. 

Parece que o investimento em países emergentes como a China - e o grande sucesso que a rede vem tendo entre os chineses - inspirou o grupo a virar os olhos para o Brasil como um mercado potencial.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

O pulo do malte



2010 foi um ano record para a exportação de whisky escocês por todo o planeta: somando dados do mundo todo, as vendas da bebida cresceram 10%, comparado a 2009, o que representa R$9 bilhões em compras.

Aqui no Brasil, estamos na 11ª posição no ranking dos países que mais consomem o destilado no mundo, o que representa um gasto de R$175,5 milhões em compras das garrafinhas cheias do líquido escocês no ano passado, aumentando em 12% as importações de whisky comparado com 2009.

Mas, se aqui no tupiniquim o consumo da bebida aumentou, nós somos a exceção do continente: o consumo de whisky nas Américas Central e do Sul caiu 9% no ano passado.

Os dados da Associação Escocesa de Whisky colocam os Estados Unidos em primeiro lugar no consumo da bebida, totalizando R$1,3 bilhão em compras em 2010. Porém, quem mais se destaca no ranking "on the rocks" é a Africa do Sul: consumiram 56% a mais de whisky em 2010 em relação a 2009.

Gigante
No Brasil, o consumo de whisky representa 17% do total de consumo de bebidas alcoólicas. De olho nessa fatia de malte, a Diageo quer aumentar esse mercado e vai investir, até junho deste ano, o dobro do que foi investido no ano passado, criando ações, promoções e campanhas publicitárias.

Vale lembrar que hoje o Brasil está entre os 10 maiores consumidores da Diageo do mundo, sendo que até 2007 não estacionava nem entre os 20.

sexta-feira, 25 de março de 2011

A russa é pop!

Chega ao mercado nacional mais uma garrafa cheinha do destilado de origem russa. É que a Petrópolis (das populares Crystal e Itaipava) lançou nesta semana a vodca Blue Spirit Unique, um produto premium, pra concorrer com as consagradas Absolut, da Pernod Ricard (que hoje é dona de 70% do bolo das russas premium no Brasil) e Smirnoff Black, da Diageo.

A "aguinha" (água no diminutivo, tradução literal para a palavra vodca em várias línguas eslavas) da Petrópolis vai ter produção nacional e vai circular, inicialmente, pelos mercados de São Paulo e Rio de Janeiro, num valor entre R$55,00 e R$75,00 a garrafa de um litro.

Além da vodka pura, a Blue Spirit será laçada também na versão Ice, formato já consolidado no Brasil, cujo consumidor maior é o público feminino. Claro. A latinha, com 269 ml, deve custar R$3,00 e nesse mercado concorre com Smirnoff Ice, da Diageo.

Segundo o Grupo Petrópolis, são consumidos hoje 60 milhões de litros de vodca por ano no Brasil, o que representa 10% do volume de bebidas alcoólicas vendidas no Brasil. 




Blue Spirit: garrafa lembra Ciroc e logo da Ice lembra Smirnoff, não?